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Revival? That's sooo last week.



Trash Hologram, Crystal Castles.




Eu gosto de quando o vermelho brilha. Mas amarelo é tão bonito...

Por exemplo, conheço essa luz amarela com cheiro de pimenta preta. Eu acho que a luz tem esse cheiro porque não toma banho direito, ou porque come muita coisa ardida, MESMO, ou até porque dorme num quarto cheio de cheiros. O fato é que enquanto tem essa luz amarela brilhando ao lado do meu vermelho, tudo fica bem. Tudo fica verde.

E tem também a luz verde, que fica lá, na dela. A luz verde é bem grande, tão grande que às vezes deixa a luz amarela sem saber direito o que fazer, de tão encabulada. É que a luz verde é tão esclarecida que até parece de mentira. Aí a luz azul aparece.

O azul tem um jeito meio molenga, meio carinhoso, quase que nem o da luz verde, só que MAIOR AINDA. A luz verde às vezes gosta de estudar e de ir embora, coisa que a luz amarela, que não gosta muito de tomar banho, não sabe fazer ainda; a luz azul simplesmente fica.

Mas não por muito tempo. Porque aí vem a luz vermelha.

E o vermelho guarda todas as luzes, coloridas, felizes, ao seu lado, em um fundo que de tão branco chega a doer no céu da boca. O vermelho é grande e tem um jeito, assim, meio que de menina, mas é forte, não arrebenta.

Porque o vermelho pulsa mais do que todas as cores.




O Striking Viking Story Pirates é um pessoal que cata histórias escritas por crianças e as transformam em peças de teatro, vídeos, recitais, espetáculos com marionetes e algumas musiquinhas, a fim de estimular a criatividade dos pequenos em regiões desassistidas de Nova Iorque.

Que criatividade não enche barriga, isso a gente já sabe. Mas até que rende umas coisas bonitas? O vídeo abaixo é Abbey is Sile, escrito por uma menina de seis anos chamada Sofia Morales Bello Barceló.





Já este aqui foi feito a partir da frase "this story is about cats flying", de um garoto de oito anos chamado Jah-Kym McMillan.





Esse entrou na série de vídeos sobre gatos no orkut que o Fábio criou para nosso gatinho, o Luthero, que, como qualquer bicho que se preze, tem status de gente até na internet.

Pra completar, a versão on stage de "this story is about cats flying".





E um feliz natal para todos vocês.




Penso em sacanagem o dia inteiro, até a hora de dormir, quando enrolo vocês três, bem bonitos, em papel de sonho, e espero. Não sei de qual dos três sinto mais falta, agora, que está escuro; gosto de conversar com um e outro, brincar com um, dormir com todos. Chamo pelo nome de um enquanto penso no outro e tem um outro ao meu lado, e quando consigo pensar e chamar por um vem o outro e mais outro para manter meus pensamentos nivelados. Uma graça.

O amor é grande, todo mundo cabe no meu abraço: eu amo amá-los.




Daquela vez em novembro, depois de ter terminado com o de trinta , comecei a me sentir mal, com uma angústia, uma dor, quase gases presos no peito: vontade de morrer. Virei para Caroline e disse "estou muito triste", e ela soltou uma gargalhada que ressoava pelas narinas, e me disse "é porque você está drogada; na boa, ninguém quer saber como os outros se sentem". E eu concordei, e ri junto, "é verdade, tinha me esquecido".

Hoje me lembrei disso, quando, na última temporada, uma namorada de Jerry o convence a demonstrar seus sentimentos (raiva, inclusive), e ele só o consegue fazê-lo em tom de stand up comedy. Quando ele finalmente consegue se libertar, pede Elaine em casamento, e pergunta para George quais são suas maiores aflições. O choque é tão grande que, depois de ouvir George, Jerry volta ao normal, e deixa Elaine para tia.
Seinfeld, deseducando amizades até a nona temporada.

Pra completar, tem essa minha amiga, que, da última vez em que a vi, estava numas de "sou do samba, sou da paz", quando todos nós sabemos que pessoas assim não rendem bons sitcoms. Eu dei dois meses para ela voltar a ser a mesma filha da puta de sempre; Caroline disse que, se pessoa melhor ela fosse, o prazo de dois meses poderia ser levado à sério, mas, em sua opinião, a mudança é definitiva. Pedro Acosta desejou publicamente a morte dessa pessoa há alguns meses, e ela não foi capaz de replicar à altura (além de ter, de certa forma, choramingado com a autora das fotos, Caroline, e ficado amiga de uma pessoa a quem todos nós odiamos porque, bem, todos nós a odiamos). Visto assim de longe, tudo parece se encaixar: fulana começa a sofrer com historinhas de orkut, deseja nunca mais ser publicamente odiada, e libera a fofa de dentro de si.

Na boa? Tá na hora dessa gente bonita provar seu valor. Se ela não voltar ao normal depois ouvir as dores do Georgie de seu grupo de amigos, realmente, baixa o Frank Constanza e grita:
SERENITY NOW!
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Abrindo o gmail, o mailing tosco da ECO estava desejando feliz férias ao corpo discente, dando várias dicas de verão, ê, ê, ê, uh-hu. Guilherme Semionato deu um reply to all com a mensagem "eu pareço que vou descansar pra você?" para cinco listas diferentes de alunos da universidade.

Acabo de descobrir o George Constanza do meu grupo de amigos. Toca a guitarrinha slap que o episódio de hoje acabou.




Mecha Branca , de Maria Thereza, encontrado na galeria dos antiquários (copa) bem em cima desta capa do Bisset para O Monstro do Pântano. A história? O amor floresce!, do Allan Moore.

Da série "isso só pode estar sendo dirigido", parte dois.





sumiram ontem, no escuro do cinema são luiz, depois da última sessão de segunda-feira. impressionante não terem sido encontrados por niguém; dei por falta da carteira à meia-noite, e meia-noite e um, não era mais possível procurá-la.

é engraçado pensar que nenhuma dessas fotografias existe mais. quase irônico; eu aos dezessete, dezoito, dezenove anos, e um envelhecimento rápido, nos olhos fundos. tenho sono.






Uma pirueta, duas piruetas, bravo, bravo!



Hollywood é um sonho de cenário,
vi um pau-de-arara milionário!




mas agora meu dia-a-dia,
é no meio da gataria...

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Trechos do filme "Os Saltimbancos Trapalhões", de 1981.