Trash Hologram, Crystal Castles.
Por exemplo, conheço essa luz amarela com cheiro de pimenta preta. Eu acho que a luz tem esse cheiro porque não toma banho direito, ou porque come muita coisa ardida, MESMO, ou até porque dorme num quarto cheio de cheiros. O fato é que enquanto tem essa luz amarela brilhando ao lado do meu vermelho, tudo fica bem. Tudo fica verde.
E tem também a luz verde, que fica lá, na dela. A luz verde é bem grande, tão grande que às vezes deixa a luz amarela sem saber direito o que fazer, de tão encabulada. É que a luz verde é tão esclarecida que até parece de mentira. Aí a luz azul aparece.
O azul tem um jeito meio molenga, meio carinhoso, quase que nem o da luz verde, só que MAIOR AINDA. A luz verde às vezes gosta de estudar e de ir embora, coisa que a luz amarela, que não gosta muito de tomar banho, não sabe fazer ainda; a luz azul simplesmente fica.
Mas não por muito tempo. Porque aí vem a luz vermelha.
E o vermelho guarda todas as luzes, coloridas, felizes, ao seu lado, em um fundo que de tão branco chega a doer no céu da boca. O vermelho é grande e tem um jeito, assim, meio que de menina, mas é forte, não arrebenta.
Porque o vermelho pulsa mais do que todas as cores.
Que criatividade não enche barriga, isso a gente já sabe. Mas até que rende umas coisas bonitas? O vídeo abaixo é Abbey is Sile, escrito por uma menina de seis anos chamada Sofia Morales Bello Barceló.
Já este aqui foi feito a partir da frase "this story is about cats flying", de um garoto de oito anos chamado Jah-Kym McMillan.
Esse entrou na série de vídeos sobre gatos no orkut que o Fábio criou para nosso gatinho, o Luthero, que, como qualquer bicho que se preze, tem status de gente até na internet.
Pra completar, a versão on stage de "this story is about cats flying".
E um feliz natal para todos vocês.
O amor é grande, todo mundo cabe no meu abraço: eu amo amá-los.
Na boa? Tá na hora dessa gente bonita provar seu valor. Se ela não voltar ao normal depois ouvir as dores do Georgie de seu grupo de amigos, realmente, baixa o Frank Constanza e grita: SERENITY NOW!
________________
Abrindo o gmail, o mailing tosco da ECO estava desejando feliz férias ao corpo discente, dando várias dicas de verão, ê, ê, ê, uh-hu. Guilherme Semionato deu um reply to all com a mensagem "eu pareço que vou descansar pra você?" para cinco listas diferentes de alunos da universidade.
Acabo de descobrir o George Constanza do meu grupo de amigos. Toca a guitarrinha slap que o episódio de hoje acabou.
Mecha Branca , de Maria Thereza, encontrado na galeria dos antiquários (copa) bem em cima desta capa do Bisset para O Monstro do Pântano. A história? O amor floresce!, do Allan Moore.
Da série "isso só pode estar sendo dirigido", parte dois.

sumiram ontem, no escuro do cinema são luiz, depois da última sessão de segunda-feira. impressionante não terem sido encontrados por niguém; dei por falta da carteira à meia-noite, e meia-noite e um, não era mais possível procurá-la.
é engraçado pensar que nenhuma dessas fotografias existe mais. quase irônico; eu aos dezessete, dezoito, dezenove anos, e um envelhecimento rápido, nos olhos fundos. tenho sono.

